Casais e Famílias Vol. 4: Interfaces Clínicas – Dossiê Técnico
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Capa do livro Casais e Famílias Volume 4 sobre interfaces clínicas na Gestalt-terapia organizado por Daniela Magalhães da Silva
Casais e Famílias Vol. 4: Interfaces Clínicas – Dossiê Técnico

Este quarto volume da coleção “Casais e Famílias” consolida as discussões do III Simpósio Nacional de Gestalt-terapia. A obra não é um manual introdutório; é um compêndio técnico de 136 páginas voltado para a prática clínica avançada com sistemas íntimos.

Veredito direto: Entrega atualização teórica densa sobre ciúme, envelhecimento, violência, luto e não-monogamias sob a ótica da Gestalt. Serve para psicólogos clínicos e terapeutas de casal/família que já dominam a abordagem. Não serve para leigos, estudantes de graduação inicial ou quem busca “dicas de relacionamento”. A transformação é a ampliação do repertório de intervenção em casos complexos de alta gravidade.

Ficha Técnica Rápida

EspecificaçãoDetalhe
OrganizadoraDaniela Magalhães da Silva
EditoraJuruá Editora
Páginas136
FormatoCapa comum (Brochura)
Dimensões15 x 0.68 x 21 cm
IdiomaPortuguês
Publicação30/04/2026 (Pré-venda)
Preço Parcelado12x de R$ 7,38 (Total R$ 88,62)

Conteúdo: Os 8 Eixos Clínicos Abordados

A estrutura espelha a programação do simpósio. Cada capítulo é assinado por especialista distinto, garantindo pluralidade de vozes dentro do referencial teórico comum.

  • Ciúme amoroso: Análise fenomenológica da singularidade do processo, fugindo de patologização rasa.
  • Pertencimento e silêncio: Mitos e segredos familiares como organizadores da experiência do campo.
  • Envelhecimento e vínculos: Novas configurações na relação filhos-pais na velhice; finitude e cuidado.
  • Parentalidade e conjugalidade: Impacto da chegada dos filhos na dinâmica do casal; renegociação de contratos implícitos.
  • Ciclo das violências: Perspectivas de campo e self; saídas para o sofrimento paralisante em contextos de abuso.
  • Gênero e vulnerabilidade: Intersecção entre Gestalt-terapia e estudos de gênero/queer theory no setting familiar.
  • Luto nos sistemas: Clínica como lugar de acolhimento da dor não resolvida transgeracional.
  • Amor e não-binariedade: Configurações relacionais que escapam à lógica monogâmica/heteronormativa.

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